Mostrando postagens com marcador 1 de fevereiro de 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1 de fevereiro de 2012. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de janeiro de 2016

Delírios 1



Galhos surreais de um crisântemo azul que viola o espaço do subterrâneo brotando do teto de uma redoma circundada com chamas aquáticas de um fogo sideral roxo e amarelo que busca o primórdio da raiz enterrada no concreto gelatinoso desse pântano de excrementos.

Escrito na madrugada do dia 1 de fevereiro de 2012 em casa. 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

As palavras

 

As palavras são palavras que palavreiam com situações situadas na visão do visionário com olhos tampados e ouvidos surdos, mas com a boca aberta que produzem mais palavras que remetem a imagens que te jogam em sons absurdos de um silêncio ensurdecedor na mais louca utopia real de um gozo sobre o asfalto azul todo permeado por plantas vermelhas que reivindicam um lugar ao sol negro irmanando com a noite clara sem pulsação mas com muita gana de uma vida dita sem palavras. 


Escrito na madrugada do dia 1 de fevereiro de 2012 em casa.